segunda-feira, julho 13, 2009

terça-feira, julho 07, 2009

Macroalgas

Encontrei hoje um colega de curso que me indicou um sítio da Internet, no qual participa, sobre macroalgas. Este sítio está integrado num projecto que pretende inventariar, estudar e catalogar as espécies de macroalgas da costa portuguesa.

"Contribution for the Knowledge of the Marine Macroalgae of Portuguese Coast"


Objectives

Having a coastline longer than 800Km, a fact wich greatly has determined the historical perspective from which Portugal has evolved, one would expect the study of seaweeds to be well developed. However, this is not the case, and the latest global work on identification and inventory of seaweeds of the Portuguese coast, was published in 1970.

Considering this problem, a wide project was established: "Contribution for the Knowledge of the Marine Macroalgae of Portuguese Coast", in wich this online resource is included.

With the database we intend to organize and mantain the information collected from several field trips on a digital support. This brings a tremendous advantage on the flexibility, speed and easyness of accessing the information.

In a time when we witness the consolidation of Internet as a privileged mean of obtaining information on every possible subject, we intend, by making the information of the database available online, to contribute with a useful resource to all those who are interested in this area of knowledge.

domingo, junho 21, 2009

Aniversários

Nesta recta final do ano lectivo tenho tido muito que fazer! Tanto que me esqueci de quem gosto!
No dia 15 de Junho, o meu colega Fernando Martins fez anitos. Ontem, 20 de Junho foi a vez da minha prima que escolheu estudar longe de mim, em Aveiro, a Daniela Bairrão.
Para eles dedico uma canção muito especial "I have a dream", porque todos temos um sonho e, atrás desse vem outros, ainda mais belos.
Esta canção foi também cantada pelo coro de professores da Martim de Freitas, no dia 16 de Junho, na Festa de Final de Ano, do qual também fiz parte.

Aproveitem a canção.

Ana Rola


sábado, junho 06, 2009

Código genético não é universal e pode evoluir em raros casos

Post retirado de Ciência Hoje

Diferentes formas do fungo Candida albicans
Diferentes formas do fungo Candida albicans
Um dos maiores dogmas da Biologia afirma que todos os seres vivos utilizam o mesmo código genético, ou seja, usam regras idênticas para construir proteínas. É nesta declaração que surge uma contradição, segundo explicou Manuel Santos, investigador do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA).

Um consórcio internacional liderado por investigadores do Broad Institute – Instituto conjunto da Universidade de Harvard e do MIT – que integra um grupo de investigadores da UA e do seu Laboratório Associado, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), publica um artigo na revista «Nature» com os resultados de um estudo que apresenta a sequenciação e anotação dos genomas de oito fungos patogénicos.


A investigação mostra como oito fungos patogénicos interagem com o sistema imunitário e como causam infecção, revelando, ainda, características fundamentais dos seus genomas que permitem compreender a sua ecologia, mecanismos de reprodução e adaptação.

“Muitas vezes, o código genético é confundido com o genoma, mas são diferentes”, relembra Manuel Santos. O investigador assinala ainda ao «Ciência Hoje» que “o primeiro corresponde a um conjunto de regras bioquímicas que define como a informação contida no DNA é traduzida para a que está contida nas proteínas”.

O artigo explica como é possível alterar o código genético e é aqui que surge uma violação desse dogma da Biologia, ou seja, uma das teorias desta ciência “diz que o código genético é universal, não pode evoluir e caso aconteça poderá ser letal, mas este estudo invalida esta afirmação”, reiterou o investigador da UA.

No código genético, a informação distribui-se num conjunto de três letras ao qual se chama codão e, por exemplo, o CTG é lido como leucinas (células que lêem as proteínas) e “se houver uma troca altera-se o significado, tal como num texto”.

Casos raros

No entanto, Manuel Santos assinala que “acontece apenas em casos raros” e “levanta muitas questões”. As proteínas quando sintetizadas “são alteradas”. Por exemplo, nas células humanas verificam-se dois genomas: “o nuclear, que contém todos os genes que nos formam e o mitocondrial, muito mais pequeno e onde se pode observar uma alteração ao código genético, embora diferente da dos fungos”, refere.

Células do fungo vistas a microscópio
Células do fungo vistas a microscópio
Estes escassos casos são mais comuns em Mitocôndrias (um dos organelos celulares mais importantes para respiração celular) dos eucariotas (organismos cujas células têm núcleo definido).

Para o docente da UA, esta alteração não é novidade, mas sim o facto de se poder explicar a forma como evolui. “Para entender este código químico é necessário conhecê-lo, tal como um código Morse ou Braille”.

A análise dos fungos em estudo relevou que os codões CUG, que no código genético dos outros seres vivos codificam o aminoácido leucina, alteraram a sua identidade para o aminoácido serina. Os resultados mostram que 99 por cento dos codões CUG originais desapareceram destes genomas e que reemergiram em novas posições nos genes com um significado diferente. Por último, o estudo revê o catálogo dos genes do principal fungo patogénico Candida albicans, identificando inúmeros genes novos.

O artigo publicado reporta os fungos do género Candida como sendo a maior causa de infecções fúngicas oportunistas a nível mundial, fala das sequências dos genomas de oito espécies e compara-os destacando os patogénicos e não patogénicos.

Nos primeiros existe uma expansão significativa no número de genes que codificam componentes das paredes celulares e de proteínas excretadas, bem como de outras proteínas envolvidas no transporte de nutrientes do meio ambiente para o interior das células, o que sugere adaptações associadas à patogénese nestes fungos.

“Em três das espécies diplóides grandes regiões do genoma são homozigóticas, sugerindo recombinação recente dos seus genomas. Surpreendentemente, em algumas das espécies não foi possível encontrar vários dos componentes que controlam o mecanismo de divisão celular, o que levanta novas questões sobre a maneira como estes fungos se produzem”, pode ler-se no artigo.

quinta-feira, maio 14, 2009

Nova fonte de luz tem melhor rendimento que as lâmpadas de baixo consumo

Investigadores de Dresden, na Alemanha, desenvolveram uma nova fonte de luz que utiliza diodos electroluminescentes orgânicos (OLED) e que tem um melhor rendimento energético do que as lâmpadas fluocompactas de baixo consumo, revela hoje a revista Nature.

As lâmpadas LED tradicionais utilizam diodos fabricados à base de semicondutores minerais como o silício, emitindo a luz a partir de "chips" com um milímetro quadrado.

Os OLED são fabricados com moléculas polímeras pequenas e difundem uma luz mais homogénea a partir de uma película fina e flexível.

In: DN Online

sábado, abril 25, 2009

Trinta e cinco anos depois...

Viva o 25 de Abril de 1974!

Que nunca caia no esquecimento esta data. Hoje, mais do que nunca, ela deve permanecer viva dentro que cada um de nós!

Abril para sempre!

quinta-feira, abril 23, 2009

"Elo perdido" da evolução das focas descoberto no Árctico


Foi descoberto no Árctico canadiano o fóssil de um antepassado das focas, um mamífero que andava sobre quatro patas, como um animal terrestre, mas que se deslocava bem na água. É uma espécie de “elo perdido” da evolução dos palmípedes, diz a equipa que relata a descoberta hoje na revista Nature.Este fóssil, com 20 a 24 milhões de anos, foi descoberto durante o Verão de 2007, numa expedição à ilha Devon, no território Nunavut, numa cratera causada pelo impacto de um meteorito, a 1500 quilómetros do Pólo Norte. Os cientistas chamaram-lhe Puijila darwini. O primeiro nome, relativo ao género, designa um jovem mamífero marinho em Inuktitut, a linguagem do povo Inuit que vive em Nunavut. Já darwini, a designação da espécie, é uma homenagem a Charles Darwin, o autor da teoria da evolução através da selecção natural, que previu a existência de formas intermédias de animais que documentassem como animais adaptados à terra fizeram o percurso para o mar ou rios, sofrendo novas adaptações ao seu novo habitat. O esqueleto deste animal tem 110 centímetros, do focinho à cauda. Foram encontrados 65 por cento dos ossos. Este carnívoro lembra uma lontra, mas o crânio é mais parecido com o de uma foca.Esta descoberta “altera o que conhecemos sobre como a evolução das focas ocorreu”, disse à agência AFP Natalia Rybczynski, paleontóloga do Museu Canadiano da Natureza, uma das autoras do artigo publicado na Nature.


Notícia do jornal Público

quinta-feira, abril 09, 2009

Diminuição da Espessura da Calote do Ártico

Durante as minnhas deambulações pela rede global descobri esta animação que de animadora tem pouco!
Para ver e reflectir...






Fall and Winter Arctic Sea Ice Thickness Declining Rapidly

Using five years of data from NASA's Ice, Cloud and land Elevation Satellite (ICESat), a team of NASA and university scientists made the first basin-wide estimate of the thickness and volume of the Arctic Ocean ice cover between 2003 and 2008. The scientists found that younger, thinner ice has replaced older, thicker ice as the dominant type over the past five years. Until recently, the majority of Arctic ice survived at least one summer and often several. That balance has now flipped. Seasonal ice, or ice that melts and re-freezes every year, now comprises about 70 percent of the Arctic sea ice in wintertime, up from 40 to 50 percent in the 1980s and 1990s. Thicker ice — surviving two or more years — now comprises just 10 percent of ice cover, down from 30 to 40 percent in years past.Sea ice thickness has been hard to measure directly so scientists have typically used estimates of ice age to approximate thickness. With ICESat, NASA scientists were for the first time able to monitor the ice thickness and volume changes over the entire Arctic Ocean. The Arctic ice cap grows each winter as the sun sets for several months and intense cold sets in. The total volume of winter Arctic ice is equal to the volume of fresh water in Lake Superior and Lake Michigan combined. Some of that ice is naturally pushed out of the Arctic by winds, while much of it melts in place.

But not all of the ice in the Arctic melts each summer, and the thicker, older ice that survives one or more summers is more likely to persist through the next summer. This older, thicker ice is declining thinner ice that is more vulnerable to summer melt. Seasonal sea ice usually reaches about 2 meters (6 feet) in thickness, while ice that has lasted through more than one summer averages 3 meters (9 feet), though it can grow much thicker in some locations near the coast. From 2003 to 2008, multi-year ice has thinned by an average of 60 centimeters (2 feet). The total ice volume in winter has decreased by 6,300 cubic kilometers, or 40 percent. The maximum extent of multi-year ice is now one-third of what it was in the 1990s.

This sequence shows Arctic sea ice thickness derived from winter and fall campaigns from the ICESat satellite. Sea ice grows extent grows in the summer and shrinks in the winter. While the sea ice extent might look similar from year to year this thickness data shows dramatic thinning especially near the North Pole (shown in dark blue). This image was generated with data acquired between Feb 17 - Mar 21, 2008.


This sequence shows Arctic sea ice thickness derived from winter and fall campaigns from the ICESat satellite. Sea ice grows extent grows in the summer and shrinks in the winter. While the sea ice extent might look similar from year to year this thickness data shows dramatic thinning especially near the North Pole (shown in dark blue). This image was generated with data acquired between Feb 17 - Mar 21, 2008.

quarta-feira, abril 08, 2009

Yellowstone

(image from Smith and Siegel, 2000)

Para quem gosta de vulcões, nomeadamente da super caldeira de Yellowstone, recomendo uma viagem 3D.

Parabéns Jane Goodall


A primatóloga Jane Goodall, que se notabilizou pelos estudos e defesa dos chimpazés, fez no passado dia 3 de Abril, 75 anos.

Parabéns e que permaneça entre nós por muitos e bons anos!

Informação em Ecosfera (Público)

segunda-feira, abril 06, 2009

Sismo em Itália



Magnitude Mw 6.3
Region CENTRAL ITALY

Abrutian Apennine
Date time 2009-04-06 at 01:32:41.4 UTC
Location 42.38 N ; 13.32 E
Depth 2 km
Distances 59 km E Terni (pop 110,412 ; local time 03:32 2009-04-06)
7 km NW L'aquila (pop 72,279 ; local time 03:32 2009-04-06)
6 km S Pizzoli (pop 3,378 ; local time 03:32 2009-04-06)
Informação em: European-Mediterranean Seismological Centre



O sismo de magnitude 6,3 ocorrido esta madrugada em Itália já provocou “mais de 50 mortos” e milhares de sem-abrigo, de acordo com o mais recente balanço de vítimas, declarou o ministro do Interior, Roberto Maroni, a partir de L'Aquila, a cidade mais atingida pelo tremor de terra, a 95 quilómetros a leste de Roma.

O sismo já provocou igualmente entre 45 e 50 mil sem-abrigo, de acordo com a Protecção Civil local, indica a AFP. As pessoas que ficaram sem tecto “serão rapidamente alojadas em hotéis ou em estruturas que estamos em vias de construir”, acrescentou o ministro.

As buscas pelos sobreviventes continuam, e estima-se que algumas dezenas de pessoas possam estar ainda soterradas. Os escombros estão também a provocar o encerramento de algumas estradas, dificultando as operações de socorro.

O sismo ficou a dever-se a uma falha tectónica regional, sem qualquer relação com os mecanismos tectónicos de Portugal, disse à Lusa o sismólogo português Rui Pinho, que trabalha no norte de Itália.

Fonte: Público (edição online)

Eupção vulcânico no Chile

Vulcão Llaima


A 4 de Abril de 2009, o vulcão Llaima entrou novamente em erupção.

"O vulcão, que há meio ano não apresentava nenhuma actividade, voltou a entrar em erupção na noite da sexta-feira e regista desde então explosões constantes de material incandescente que se elevam até 600 m, sobre a cratera de 3.210 metros de altitude. Suas actividades aumentaram, no entanto, durante a noite de sábado, conforme atestaram membros do Serviço Nacional de Geologia e Mineração que realizaram ontem um sobrevou sobre a área do Llaima. De acordo com o Escritório Nacional de Emergências chileno, as chuvas deste domingo na região impedem que haja uma visão propícia da situação do Llaima."


"O governo da região da Araucanía decretou alerta vermelho em oito localidades próximas, de onde pretende evacuar umas 70 pessoas devido ao perigo que representa a queda de cinza e escória e a formação de novas inundações."


Os riscos associados à erupção vulcânica são os deslizamentos do barro resultante da mistura de cinzas vulcânicas e escombros com água, que podem provocar um aumento do volume do rio Calbuco. Situado ao sul de Santiago, o Llaima intensificou sua actividade a partir de maio de 2007.


Fonte de informação

terça-feira, março 31, 2009

De volta...

Mais de três meses passaram desde a última entrada!

O tempo não dá tréguas e o trabalho é imenso.

Aproveito um folga para introduzir um blog sobre animais (gatos e caẽs) para adoptar.

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Que 2009 seja em tudo melhor que 2008!

Ainda tenho esperanças...

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Dúvida: qual o propósito das bossas dos camelos?


Informação retirada de ScienceNet

Where do camel store food and water?

Camels can go for days or even weeks with little or no food or water.

Most kinds of animals store fat in their bodies, but only camels keep most of their fat in a lump. If food is hard to find, the fat in the hump provides energy for the animal. If a camel is starving, its hump shrinks. The hump may even slip off the animal's back and hang down on its side. After the camel has had a few weeks' rest and food, its hump becomes firm and plump again. The hump is not a storage place for water, as many people believe.

Camels can flourish on the coarsest of sparse vegetation and feed on thorny plants, the leaves and twigs of shrubs, and dried grasses that other animals would refuse, though camels are not averse to better food if available. When the feeding is good, they accumulate in their humps stores of fat, which, when conditions are adverse, they are able to draw upon not only for sustenance but also for the manufacture of water by the oxidation of the fat. They thus are able to fast and go without drinking for several days; they have been known to go without water for 17 days and survive. They lose their body water slowly and can lose up to 25 percent of their weight by dehydration without ill effects. They can then regain their lost weight in a few minutes by drinking as much as 100 litres of water.

A camel needs little water each day because it gets some moisture from its food. Also, it keeps most of the water that is in its body. The amount of water a camel drinks varies with the time of year and with the weather. Camels need less water in winter when the weather is cool and the plants they eat contain more moisture than in summer. Camels that graze in the Sahara can go all winter without water and may refuse to drink if water is offered to them. But in very hot weather, a large, thirsty camel can drink up to 200 litres a day. This water is not stored in the camel's body but replaces water previously used up.


Podem ainda ler o artigo da Nature, de 1965:

P. O'B. MONTGOMERY, C. T. ASHWORTH & PIERRE FONTAIN


quinta-feira, dezembro 04, 2008

Observação Astronómica



Na próxima 6ª-feira, das 18.00 às 20.30 horas, há uma observação astronómicadas Escolas de Leiria, aberta ao público em geral, na Escola SecundáriaFrancisco Rodrigues Lobo.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Adaptações dos animais às temperaturas extremas.

Bom estudo!





quarta-feira, outubro 08, 2008

Prémio Nobel da Química

Osamu Shimomura, Martin Chalfie e Roger Y. Tsien

O Nobel da Química foi hoje atribuído aos cientistas Osamu Shimomura, Martin Chalfie e Roger Y. Tsien, "pela descoberta e desenvolvimento da proteína verde fluorescente", anunciou o Comité Nobel.

“A proteína verde fluorescente, ou GFP (na sigla em Inglês), foi observada primeiramente na medusa Aequorea Victoria, em 1962. Desde essa altura, a proteína tornou-se uma das mais importantes ferramentas usadas na biociência contemporânea”, anunciou o Comité Nobel.

“Com a ajuda da GFP, os cientistas desenvolveram processos de observação que eram anteriormente invisíveis, tal como o desenvolvimento de células nervosas no cérebro ou a forma como as células cancerígenas se espalham” pelo organismo, refere ainda o Comité.

Informação retirada do artigo da edição on-line do jornal Público

terça-feira, outubro 07, 2008

Françoise Barré-Sinoussi

Parabéns à 12ª mulher laureada com um Nobel em ciência!


Françoise Barré-Sinoussi, com os outros cientistas laureados com este prémio, Luc Montagnier, à esquerda e Harald zur Hausen à direita.

Prémio Nobel da Física

Informação retirada do artigo publicado na edição on-line do jornal Público

O Prémio Nobel da Física foi hoje atribuído Yoichiro Nambu, de origem japonesa mas com cidadania americana, e aos japoneses Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa.

Yoichiro Nambu foi distinguido com o prémio pela descoberta do mecanismo da rotura espontânea da simetria na área da Física subatómica.

Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa foram distinguidos "pela descoberta da origem da rotura da simetria, que prediz a existência de pelo menos três famílias de 'quarks' na Natureza".

Durante a formação do Universo, a matéria existia sob a forma de uma espécie de "sopa" densa e quente chamada de "plasma quarks-glúons". Ao arrefecer, as partículas chamadas de "quarks" agregaram-se em protões e neutrões e outras partículas compostas.