quinta-feira, dezembro 27, 2007
Recordar os anos 90!!!!!
Aqui vai um hit desse tempo!
Para recordar!!!!!
YES!
Please don't go!
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Via Láctea
Muito interessante!
"Um consórcio de astrónomos da Europa, dos Estados Unidos e da Austrália divulgou imagens do mapa digital da Via Láctea. São mais de 200 milhões de objectos celestes captados pelas lentes do telescópio Isaac Newton, situado na ilha de La Palma, nas Canárias. Imagens retiradas do levantamento fotométrico H-Alpha, preparadas por Nick Wright, do University College de Londres, em nome do IPHAS (http://www2.astrogrid.org)."
Mais um carnívoro descoberto!
Numa expedição ao Níger em 1997, liderada pelo guru mundial dos dinossauros Paul Sereno, da Universidade de Chicago, descobriram-se ossos do crânio de um dos maiores dinossauros carnívoros. Agora foram classificados como uma nova espécie, que teria tido 13 a 14 metros de comprimento e uma altura superior a um autocarro de dois andares.
Cada dente do “Carcharodontosaurus iguidensis”, a espécie identificada por Stephen Brusatte, estudante de mestrado da Universidade de Bristol (no Reino Unido), tem o tamanho de uma banana. Este animal junta-se a outros grandes dinossauros carnívoros, como o famoso “Tyrannosaurus rex” (até 14 metros de comprimento, dos EUA) ou o “Gigantosaurus carolinii” (com 14 metros, da Argentina). Mas o rei terá sido o “Spinosaurus aegypticus”, com 17 a 18 metros, do Egipto.
“Os primeiros restos de um ‘Carcharodontosaurus’, descobertos nos anos 20, resumiam-se a dois dentes, que se perderam. No Egipto, encontraram-se outros bocados, mas foram destruídos quando Munique foi bombardeada em 1944”, conta Brusatte. Desde então, apareceu um crânio no deserto do Sara, em Marrocos, descrito como “Carcharodontosaurus saharicus”. Como os fósseis do Níger são diferentes, Brusatte classificou-os como uma espécie nova de “Carcharodontosaurus”, com 95 milhões de anos, na revista “Journal of Vertebrate Paleontology”.
“Há 95 milhões de anos, a temperatura e o nível do mar eram os mais altos da história da Terra. Marrocos e o Níger estariam divididos por mares pouco profundos, o que permitiu a separação evolutiva das espécies”, frisa Brusatte. Agora também as temperaturas e o nível do mar estão a subir, por isso esses ecossistemas mostram como o mundo poderá evoluir.
Artigo publicado em Público
Apesar do muito que foi descoberto, mais há ainda por descobrir! Fantástico o trabalho dos paleontólogos, em busca do passado fantástico da Terra.
Viva a Geologia!!!!!
terça-feira, dezembro 04, 2007
Aquisições em fósseis!
Obrigada a todos os que participaram!
Aqui estão as fotografias das minha aquisições:
Trilobite
Âmbar com aranha
Aranha ampliada 20x
Âmbar recebido pela escola com insecto
sexta-feira, novembro 23, 2007
quarta-feira, novembro 21, 2007
Semana da Cultura Científica
A mulher na Ciência
Actividade no âmbito da Semana da Cultura Científica, dinamizada por Ana Rola
segunda-feira, novembro 19, 2007
segunda-feira, novembro 12, 2007
terça-feira, outubro 30, 2007
Fim à doença nos anfíbios?

Uma equipa de cientistas da Nova Zelândia acredita ter encontrado o que parece ser uma cura para a doença, provocada por um fungo, que está a fazer desaparecer muitas das populações de anfíbios em todo o mundo.
Segundo a BBC online, os investigadores da Universidade de Otago chegaram à conclusão de que os sapos revestidos por uma solução contendo cloramfenicol tornaram-se resistentes à doença mortífera, a quitridiomicose.Esta doença tem sido apontada como a causa para a extinção de um terço das 120 espécies que têm desaparecido desde 1980.
Os investigadores lançaram-se na busca de algo que pudesse matar o fungo Batrachochytrium dendrobatidis, causador da doença, porque receavam o desaparecimento na Nova Zelândia da espécie já criticamente ameaçada Leiopelma archeyi.
Os cientistas aplicaram cloramfenicol no dorso dos animais e colocaram os animais numa solução com cloramfenicol. Esta última opção deu melhores resultados. “Normalmente não esperamos que os antibióticos façam alguma coisa aos fungos. Mas fazem. Não percebemos porque razão o fazem, mas o que é certo é que isso acontece”, comentou Russell Poulter, biólogo molecular que detectou, neste projecto, o cloramfenicol. Além disso, “tem a vantagem de ser incrivelmente barato”.Mas a adopção generalizada do cloramfenicol ainda está a ser debatida.
As autoridades da União Europeia e dos Estados Unidos receiam efeitos adversos nos seres humanos.
Será que funciona? Se sim vamos "correr" atrás dos anfíbios para esfregar o dorso!!!
Hubble em acção!!!

30.10.2007 - 15h41 Dança de estrelas
sexta-feira, outubro 26, 2007
terça-feira, outubro 16, 2007
Uma nova espécie de dinossauro!

Futalognkosaurus dukei media entre 32 e 34 metros
Nova espécie de dinossauro gigante encontrada na Argentina
Um grupo de paleontólogos brasileiros e argentinos descobriram o maior fóssil completo de uma nova espécie de dinossauro gigante. Esta descoberta permite perceber um pouco melhor como terá sido o actual norte da Patagónia há 80 milhões de anos.
O herbívoro Futalognkosaurus dukei media entre 32 e 34 metros, da cabeça à cauda. “É uma nova espécie que cria um novo grupo”, explicou a paleontóloga argentina, Juan Porfiri, numa conferência no Rio de Janeiro.
Cerca de 70 por cento do fóssil estava preservado, o que contrasta com os 10 por cento do outro dinossauro gigante da mesma espécie encontrado.
O nome dado à recente descoberta deriva da linguagem indígena Mapuche e significa “chefe gigante dos lagartos”. O nome dukei é uma referência à empresa dos Estados Unidos Duke Energy Corp, que financiou uma grande parte das escavações na Argentina. Os primeiros fósseis tinham sido encontrados em 2000.
segunda-feira, outubro 15, 2007
quarta-feira, outubro 10, 2007
National Geographic de Outubro!
Mais uma vez alerta para os perigos que o nosso lindo planeta corre, nos dias de Hoje!
Dos artigos que podem ser lidos na revistas, escolhi um resumo (retirado do site) sobre o degelo na cordilheira montanhosa dos Andes e a consequência deste para as populações andinas.
Não pode passar em branco! Temos de ler e consciencializar-nos que está na hora de agir! Agora!

“Organizámos campeonatos sul-americanos com o Chile, a Argentina e a Colômbia.” Esses tempos de glória chegaram ao fim. Esquiar neste local dependia de um pequeno glaciar que se transformava numa pista de ski aceitável quando a estação húmida da Bolívia o cobria de neve. O glaciar já estava a regredir quando a área de ski abriu em 1939. Na última década, entrou definitivamente em espiral descendente. No ano passado, tudo o que restava eram três secções de gelo arenoso, a maior delas com escassas duas ou três centenas de metros de extensão. O tele-ski atravessava campos de pedras. Das montanhas às calotas glaciárias polares, o mundo está a perder o seu gelo mais depressa do que se julgava possível. Até os cientistas que vigiam Chacaltaya desde 1991 pensavam que o glaciar resistiria mais tempo. Face às emissões automóveis e industriais que aquecem o clima, não admira que os glaciares estejam a derreter. Mas ultimamente, a perda de gelo tem ultrapassado a constante subida das temperaturas globais. Os cientistas estão a descobrir que os glaciares e as calotas glaciárias são surpreendentemente sensíveis. Em vez de derreter de maneira regular, como um cubo de gelo num dia de Verão, são propensos a efeitos de retroalimentação: a descongelação provoca mais descongelação, e o gelo regride de modo acentuado. Em Chacaltaya, por exemplo, as pedras escuras postas a nu pelo glaciar em processo de derretimento vieram acelerar ainda mais a sua morte, pois absorvem o calor do sol. Outros efeitos de retroalimentação estão a provocar a diminuição dos glaciares alpinos de maiores dimensões antes do previsto, precipitando as calotas glaciárias polares oceano adentro. A maioria dos glaciares dos Alpes poderá desaparecer até ao fim deste século, e o gelo que dá nome ao Parque Nacional dos Glaciares, nos EUA, poderá derreter até 2030. Os pequenos glaciares espalhados pelos Andes e pelos Himalaia têm, na melhor das hipóteses, mais algumas décadas. E o prognóstico para as calotas que cobrem a Gronelândia e a Antárctida? Ninguém sabe. Eric Rignot, cientista do Laboratório de Propulsão a Jacto (JPL) da NASA, mediu uma duplicação na perda de gelo da Gronelândia ao longo da última década e comenta: “Assistimos actualmente a coisas que, há cinco anos, pareceriam impossíveis, extravagantes, exageradas.” O destino de muitos glaciares alpinos já está traçado. Milhões de pessoas de países como a Bolívia, o Peru e a Índia que dependem actualmente da água do degelo dos glaciares de montanha para irrigar os campos, beber e produzir energia eléctrica poderão ficar a seco. Leia o artigo completo na revista












