quinta-feira, maio 14, 2009
Nova fonte de luz tem melhor rendimento que as lâmpadas de baixo consumo
As lâmpadas LED tradicionais utilizam diodos fabricados à base de semicondutores minerais como o silício, emitindo a luz a partir de "chips" com um milímetro quadrado.
Os OLED são fabricados com moléculas polímeras pequenas e difundem uma luz mais homogénea a partir de uma película fina e flexível.
In: DN Online
sábado, abril 25, 2009
Trinta e cinco anos depois...
Que nunca caia no esquecimento esta data. Hoje, mais do que nunca, ela deve permanecer viva dentro que cada um de nós!
Abril para sempre!
quinta-feira, abril 23, 2009
"Elo perdido" da evolução das focas descoberto no Árctico

quinta-feira, abril 09, 2009
Diminuição da Espessura da Calote do Ártico
Durante as minnhas deambulações pela rede global descobri esta animação que de animadora tem pouco! Para ver e reflectir... | ||
| Using five years of data from NASA's Ice, Cloud and land Elevation Satellite (ICESat), a team of NASA and university scientists made the first basin-wide estimate of the thickness and volume of the Arctic Ocean ice cover between 2003 and 2008. The scientists found that younger, thinner ice has replaced older, thicker ice as the dominant type over the past five years. Until recently, the majority of Arctic ice survived at least one summer and often several. That balance has now flipped. Seasonal ice, or ice that melts and re-freezes every year, now comprises about 70 percent of the Arctic sea ice in wintertime, up from 40 to 50 percent in the 1980s and 1990s. Thicker ice — surviving two or more years — now comprises just 10 percent of ice cover, down from 30 to 40 percent in years past.Sea ice thickness has been hard to measure directly so scientists have typically used estimates of ice age to approximate thickness. With ICESat, NASA scientists were for the first time able to monitor the ice thickness and volume changes over the entire Arctic Ocean. The Arctic ice cap grows each winter as the sun sets for several months and intense cold sets in. The total volume of winter Arctic ice is equal to the volume of fresh water in Lake Superior and Lake Michigan combined. Some of that ice is naturally pushed out of the Arctic by winds, while much of it melts in place. But not all of the ice in the Arctic melts each summer, and the thicker, older ice that survives one or more summers is more likely to persist through the next summer. This older, thicker ice is declining thinner ice that is more vulnerable to summer melt. Seasonal sea ice usually reaches about 2 meters (6 feet) in thickness, while ice that has lasted through more than one summer averages 3 meters (9 feet), though it can grow much thicker in some locations near the coast. From 2003 to 2008, multi-year ice has thinned by an average of 60 centimeters (2 feet). The total ice volume in winter has decreased by 6,300 cubic kilometers, or 40 percent. The maximum extent of multi-year ice is now one-third of what it was in the 1990s. This sequence shows Arctic sea ice thickness derived from winter and fall campaigns from the ICESat satellite. Sea ice grows extent grows in the summer and shrinks in the winter. While the sea ice extent might look similar from year to year this thickness data shows dramatic thinning especially near the North Pole (shown in dark blue). This image was generated with data acquired between Feb 17 - Mar 21, 2008. | ||
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quarta-feira, abril 08, 2009
Yellowstone
Parabéns Jane Goodall

Parabéns e que permaneça entre nós por muitos e bons anos!
Informação em Ecosfera (Público)
segunda-feira, abril 06, 2009
Sismo em Itália

| Magnitude | Mw 6.3 |
| Region | CENTRAL ITALY |
| Abrutian Apennine | |
| Date time | 2009-04-06 at 01:32:41.4 UTC |
| Location | 42.38 N ; 13.32 E |
| Depth | 2 km |
| Distances | 59 km E Terni (pop 110,412 ; local time 03:32 2009-04-06) 7 km NW L'aquila (pop 72,279 ; local time 03:32 2009-04-06) 6 km S Pizzoli (pop 3,378 ; local time 03:32 2009-04-06) |
| Informação em: European-Mediterranean Seismological Centre | |
O sismo de magnitude 6,3 ocorrido esta madrugada em Itália já provocou “mais de 50 mortos” e milhares de sem-abrigo, de acordo com o mais recente balanço de vítimas, declarou o ministro do Interior, Roberto Maroni, a partir de L'Aquila, a cidade mais atingida pelo tremor de terra, a 95 quilómetros a leste de Roma.
O sismo já provocou igualmente entre 45 e 50 mil sem-abrigo, de acordo com a Protecção Civil local, indica a AFP. As pessoas que ficaram sem tecto “serão rapidamente alojadas em hotéis ou em estruturas que estamos em vias de construir”, acrescentou o ministro.
As buscas pelos sobreviventes continuam, e estima-se que algumas dezenas de pessoas possam estar ainda soterradas. Os escombros estão também a provocar o encerramento de algumas estradas, dificultando as operações de socorro.
O sismo ficou a dever-se a uma falha tectónica regional, sem qualquer relação com os mecanismos tectónicos de Portugal, disse à Lusa o sismólogo português Rui Pinho, que trabalha no norte de Itália.
Fonte: Público (edição online)
Eupção vulcânico no Chile

A 4 de Abril de 2009, o vulcão Llaima entrou novamente em erupção.
"O vulcão, que há meio ano não apresentava nenhuma actividade, voltou a entrar em erupção na noite da sexta-feira e regista desde então explosões constantes de material incandescente que se elevam até 600 m, sobre a cratera de 3.210 metros de altitude. Suas actividades aumentaram, no entanto, durante a noite de sábado, conforme atestaram membros do Serviço Nacional de Geologia e Mineração que realizaram ontem um sobrevou sobre a área do Llaima. De acordo com o Escritório Nacional de Emergências chileno, as chuvas deste domingo na região impedem que haja uma visão propícia da situação do Llaima."
"O governo da região da Araucanía decretou alerta vermelho em oito localidades próximas, de onde pretende evacuar umas 70 pessoas devido ao perigo que representa a queda de cinza e escória e a formação de novas inundações."
Os riscos associados à erupção vulcânica são os deslizamentos do barro resultante da mistura de cinzas vulcânicas e escombros com água, que podem provocar um aumento do volume do rio Calbuco. Situado ao sul de Santiago, o Llaima intensificou sua actividade a partir de maio de 2007.
Fonte de informação
terça-feira, março 31, 2009
De volta...
O tempo não dá tréguas e o trabalho é imenso.
Aproveito um folga para introduzir um blog sobre animais (gatos e caẽs) para adoptar.
quinta-feira, dezembro 11, 2008
Dúvida: qual o propósito das bossas dos camelos?
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Podem ainda ler o artigo da Nature, de 1965:
P. O'B. MONTGOMERY, C. T. ASHWORTH & PIERRE FONTAIN
quinta-feira, dezembro 04, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008
Prémio Nobel da Química
“A proteína verde fluorescente, ou GFP (na sigla em Inglês), foi observada primeiramente na medusa Aequorea Victoria, em 1962. Desde essa altura, a proteína tornou-se uma das mais importantes ferramentas usadas na biociência contemporânea”, anunciou o Comité Nobel.
“Com a ajuda da GFP, os cientistas desenvolveram processos de observação que eram anteriormente invisíveis, tal como o desenvolvimento de células nervosas no cérebro ou a forma como as células cancerígenas se espalham” pelo organismo, refere ainda o Comité.
Informação retirada do artigo da edição on-line do jornal Público
terça-feira, outubro 07, 2008
Françoise Barré-Sinoussi
Prémio Nobel da Física
O Prémio Nobel da Física foi hoje atribuído Yoichiro Nambu, de origem japonesa mas com cidadania americana, e aos japoneses Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa.
Yoichiro Nambu foi distinguido com o prémio pela descoberta do mecanismo da rotura espontânea da simetria na área da Física subatómica.
Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa foram distinguidos "pela descoberta da origem da rotura da simetria, que prediz a existência de pelo menos três famílias de 'quarks' na Natureza".
Durante a formação do Universo, a matéria existia sob a forma de uma espécie de "sopa" densa e quente chamada de "plasma quarks-glúons". Ao arrefecer, as partículas chamadas de "quarks" agregaram-se em protões e neutrões e outras partículas compostas.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Mamíferos e anfíbios estão a atravessar “crise de extinção”

Pela primeira vez, a Lista Vermelha avaliou todas as espécies descritas de mamíferos. Mas, entre elas, há 836 para as quais não há dados suficientes para se saber se estão ou não ameaçadas. O número de mamíferos em perigo pode chegar aos 36 por cento do total.
Há 188 mamíferos “criticamente em perigo” de desaparecer, entre eles o lince ibérico (Lynx pardinus), que é utilizado pela UICN este ano como exemplo da actual crise da biodiversidade. Só em Espanha é que o lince ibérico tem sido avistado na natureza. Segundo um comunicado da UICN, a espécie “tem uma população de 84 a 143 adultos e que continua em declínio”.
Também os anfíbios atravessam uma séria crise de sobrevivência, segundo a UICN. Praticamente um em cada três espécies que existem no mundo corre o risco de se extinguir.
Mamíferos, anfíbios e aves são os únicos grupos de seres vivos cujas espécies identificadas estão avaliadas quase que integralmente na Lista Vermelha. O mesmo não ocorre com répteis, peixes, invertebrados e plantas.
No total, dos cerca de 1,6 milhões de espécies até agora descritas no mundo, apenas 2,7 por cento foram avaliadas pela Lista Vermelha. Destas, 38 por cento estão em risco de extinção.
Do resto pouco se sabe, sendo impossível fazer-se uma avaliação completa, por exemplo, das quase 300 mil plantas ou dos 1,2 milhões de invertebrados que se conhecem. Por isso, a UICN está a lançar um índice que funciona como uma espécie de Dow Jones – o indicador da tendência das bolsas norte-americanas – para a biodiversidade. O índice SRLI (Sampled Red List Index) avalia a tendência de extinção dentro de um grupo a partir de uma amostra aleatória de suas espécies.
Na Lista Vermelha de 2008, Portugal aparece com 159 espécies em risco de extinção. A maior fatia refere-se a 67 espécies de caracóis da Madeira e Açores. A seguir, vêm 38 espécies de peixes. Há onze mamíferos em risco, dentre eles o lince.
Nobel da Medicina
Harald zur Hausen foi distinguido pela "sua descoberta do papiloma vírus causador do cancro do colo do útero" (VPH), o segundo tipo de cancro que mais atinge as mulheres.
“Harald zur Hausen lutou contra o dogma e postulou que o HPV pode causar o cancro do colo do útero, o segundo mais comum entre as mulheres. Ele percebeu que o DNA do HPV pode existir num estado não-produtivo e que pode ser detectado por buscas específicas ao DNA viral. Ele descobriu que o HPV é uma família heterogénea de vírus. Apenas alguns tipos de HPV causam o cancro. A sua descoberta levou à caracterização da história natural da infecção pelo HPV, a uma compreensão dos mecanismos de formação do carcinoma induzido pelo HPV e ao desenvolvimento de vacinas profiláticas contra a infecção pelo HPV”, indica o Comité Nobel.
Françoise Barré-Sinoussi e Luc Montagnier foram distinguidos pela descoberta do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH). "A produção do vírus foi identificada em linfócitos de doentes com nódulos linfáticos dilatados, em estágios iniciais de imunodeficiência adquirida, e em sangue de doentes em fase terminal. Os cientistas caracterizaram este retrovírus como o primeiro lentivírus humano, com base nas suas propriedades morfológicas, bioquímicas e imunológicas. O VIH destruía o sistema imunitário por causa de uma duplicação maciça do vírus e da destruição de células linfáticas. Esta descoberta foi um pré-requisito da actual compreensão da biologia da doença e do respectivo tratamento retroviral”, indicou o comité Nobel.
terça-feira, setembro 30, 2008
Descobertas rochas mais antigas da Terra no Canadá
Artigo publicado na edição on-line do Jornal Público
"Existem datas mais antigas para minerais isolados provenientes do Oeste da Austrália, mas estas são as rochas mais antigas que se conhece até agora”, disse num comunicado Richard Carlson, investigador do Departamento de Magnetismo Terrestre, do Instituto de Carnegie em Washington.
A descoberta foi publicada hoje na revista Science. Os investigadores estudaram amostras de uma cintura de rochas metamórficas chamadas Nuvvuagittuq. Ao medirem a composição dos isótopos de neodímio e de samário, elementos químicos raros que existem nestas rochas, conseguiram datar as amostras entre os 3,8 e 4,28 mil milhões de anos.
Até agora, eram conhecidas rochas com 4,03 mil milhões de anos, no afloramento rochoso de Acasta Gneiss nos Territórios de Noroeste do Canadá. A nova descoberta puxa para trás 250 milhões de anos, a data da crosta mais antiga que se manteve estável.
A Terra tem 4,6 mil milhões de anos e é muito raro encontrar-se restos da crosta original, a maior parte da qual foi esmagada e reciclada no interior do planeta várias vezes. Ao longo do tempo, as placas continentais e oceânicas afastaram-se, embateram, foram sendo produzidas através da actividade vulcânica e desapareceram. Ao mesmo tempo produziram oceanos, montanhas, mares, esculpindo a forma do planeta.
A importância desta descoberta vai para além da idade das rochas. A composição química mostra uma semelhança com rochas vulcânicas que estão num contexto geológico em que há placas a chocarem entre si. “Isto dá-nos um olhar sem precedentes dos processos em que a crosta primitiva se formou”, explicou Carlson.
Descoberto dinossauro com sistema respiratório parecido com o das aves

As ossadas do novo dinossauro foram encontradas no rio Colorado na província de Mendoza, na Argentina. “Este dinossauro fornece como mais nenhum as evidências directas dos pulmões que estão na origem da respiração das aves”, explica Ricardo Martinez da Universidade do Nacional de San Juan, na Argentina e co-autor do estudo publicado na revista científica "Public Library of Science One” (PLoS One).
Os fósseis do dinossauro foram estudados durante anos e revelaram a existência de sacos aéreos dentro da cavidade corporal do Aeroston. Os ossos têm bolsas e uma textura de esponja que provam que eram invadidos pelos sacos, o que permitia que o ar percorresse o interior das estruturas ósseas como acontece nas aves, que têm os chamados ossos pneumáticos.
Os cientistas acham que estes dinossauros tinham um sistema respiratório parecido com os das aves, em que os sacos aéreos bombeavam o ar para os pulmões. No resto dos vertebrados, os pulmões expandem-se e contraem-se para manter o fluxo de ar.
Segundo as datações, o Aerosteon viveu durante o período Cretácico, há 85 milhões de anos, 20 milhões de anos antes de os dinossauros desaparecerem. Apesar de ser um carnívoro bípede, os investigadores explicam que esta espécie é de uma linhagem diferente dos carnívoros que viveram na mesma altura. “O Aerosteon (...) representa uma linhagem que sobreviveu isoladamente na América do Sul. O seu primo mais próximo na América do Norte, é o Alossauro, que se extinguiu milhões de anos antes e foi substituído pelo Tiranossauro”, diz Paul Sereno o primeiro autor do artigo, que é da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos.
A espécie media 10 metros de comprimento, pesava o mesmo que um elefante grande e, segundo os cientistas, tinha penas. O sistema respiratório e os ossos ocos por onde corre o ar aumentam a eficiência respiratória e tornam as aves mais leves ajudando no voo, mas qual é a necessidade deste sistema no Aerosteon?
Paul Sereno aponta que os sacos aéreos do dinossauro estão em locais pouco comuns. “Eles vêm desde a parte superior do corpo até às costelas da barriga. Parece que o animal tinha um sistema de tubos de ar por baixo da pele”, disse. A equipa tem três explicações para isto, o sistema tornava os pulmões mais eficientes, poderia reduzir o peso da massa do corpo do bípede ou o sistema de ossos ocos ajudava a libertar o excesso de calor do corpo.
Actualmente, a maioria dos paleontólogos acredita que as aves evoluíram a partir de dinossauros carnívoros pequenos com penas - as primeiras aves que se conhece são muito parecidas com estes dinossauros.






