Coimbra, 19 de novembro 2011
Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra, Portugal
Estão abertas inscrições para a "1ª Workshop Portuguesa de Chuvas de Meteoros: origens e descendência" que terá lugar no Observatório Astronómico da Universidade de Coimbra, sábado, dia 19 de novembro de 2011.
A Terra é atingida a cada segundo por 1kg de matéria vinda do Espaço, resultando numa taxa anual da 20000 toneladas, matéria esta muito rica em moléculas de água e matéria orgânica, cujo papel catalisador de Vida no nosso planeta está ainda por compreender. Estudar "bólides" e "chuvas de meteoros", permite-nos não só melhor conhecer os seus progenitores mas também identificar a queda de meteoritos possibilitando-nos a sua recuperação.
Motivada pela pertinência da criação de um sistema de monitorização de meteoros em Portugal e o desenvolvimento de uma linha de investigação científica no tema, esta "1ª Workshop Portuguesa de Chuvas de Meteoros" juntará astrónomos e geofísicos portugueses, profissionais e/ou amadores, contando também com a presença de especialistas do "Institut de Mécanique Celeste et de Calcul des Éphémérides / Observatoire de Paris".
A participação é gratuita!
http://www.uc.pt/congressos/1wpcm
quinta-feira, outubro 20, 2011
quinta-feira, agosto 04, 2011
Early Earth may have had two moons

Uma nova hipótese explicativa das diferenças entre as duas faces da Lua foi proposta por Martin Jutzi e Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia.
Notícia em: Nature News
Imagem em: Global Montreal
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Biólogos surpreendidos com morcegos que dormem dentro de plantas carnívoras
Notícia retirada de Ecosfera (Público Online)
No Bornéu, pequenos morcegos dormem dentro de plantas carnívoras “em troca” dos nutrientes que lá deixam através das suas fezes e urina, segundo um estudo publicado na “Biology Letters”. Ulmar Grafe, do Departamento de Biologia da Universidade do Bornéu e principal autor do estudo, admitiu que a relação entre os morcegos da espécie Kerivoula hardwickii e a planta carnívora da espécie Nepenthes rafflesiana elongata foi uma descoberta “totalmente inesperada”.
“Existem muitos mutualismos [interacções entre duas espécies que se beneficiam reciprocamente] animal-planta mas, neste caso, é o animal que dá um nutriente à planta. Normalmente é ao contrário”, explicou à Reuters.
O estudo começou quando os investigadores procuraram saber como é que a planta – que pode crescer até aos dez metros e que tem recipientes de 25 centímetros – conseguia obter o nitrogénio necessário nas florestas tropicais do Bornéu, pobres em nutrientes. Além disso, estudos anteriores revelaram que esta planta captura sete vezes menos insectos do que outras carnívoras no Bornéu.
A equipa de Grafe foi surpreendida ao descobrir que uma espécie de morcego, que pesa cerca de quatro gramas, escolhe de forma consistente aquelas plantas para dormir durante o dia, em detrimento de outras alternativas de locais de repouso. À noite sai à caça de insectos. Em vez de obter o nitrogénio consumindo os morcegos, as plantas obtêm-no através das fezes e urina que estes mamíferos lá deixam.
Notícia completa em Ecosfera
No Bornéu, pequenos morcegos dormem dentro de plantas carnívoras “em troca” dos nutrientes que lá deixam através das suas fezes e urina, segundo um estudo publicado na “Biology Letters”. Ulmar Grafe, do Departamento de Biologia da Universidade do Bornéu e principal autor do estudo, admitiu que a relação entre os morcegos da espécie Kerivoula hardwickii e a planta carnívora da espécie Nepenthes rafflesiana elongata foi uma descoberta “totalmente inesperada”.
“Existem muitos mutualismos [interacções entre duas espécies que se beneficiam reciprocamente] animal-planta mas, neste caso, é o animal que dá um nutriente à planta. Normalmente é ao contrário”, explicou à Reuters.
O estudo começou quando os investigadores procuraram saber como é que a planta – que pode crescer até aos dez metros e que tem recipientes de 25 centímetros – conseguia obter o nitrogénio necessário nas florestas tropicais do Bornéu, pobres em nutrientes. Além disso, estudos anteriores revelaram que esta planta captura sete vezes menos insectos do que outras carnívoras no Bornéu.
A equipa de Grafe foi surpreendida ao descobrir que uma espécie de morcego, que pesa cerca de quatro gramas, escolhe de forma consistente aquelas plantas para dormir durante o dia, em detrimento de outras alternativas de locais de repouso. À noite sai à caça de insectos. Em vez de obter o nitrogénio consumindo os morcegos, as plantas obtêm-no através das fezes e urina que estes mamíferos lá deixam.
Notícia completa em Ecosfera
sexta-feira, janeiro 14, 2011
Estas "miúdas" são loucas!!!!
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