O caudal do rio estava elevado. Tinha nessa manhã galgado as margens e ocupado parte do seu leito de cheia (onde há construções!). Apesar de ter baixado o nível de água, uma turbulenta corrente descia em direcção à cidade. O percurso até à nascente, ligeiramente alagado na parte incial, não estava impeditivo da passagem. Assim, alguns corajosos aventuraram-se! Pelo caminho descobriram-se vestígios de um antigo aproveitamento do rio pelos antigos - uma azenha. Após uma curva à direita, surgiu a nascente. Uma construção em pedra assinala-a! A água, em fúria, corria para jusante com toda a sua força, num espetáculo digno de um testemunho fotográfico.
Junto fotografias por tiradas por mim. A primeira é extraída do sítio da Câmara Municipal de Leiria (www.cm-leiria.pt), importante para a constatação da dimensão deste fenómeno, o qual até não foi tão extraordinário quanto o que aconteceu em Outubro (ver link abaixo).


